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GREVE É M FATO NA REDE MUNICIPAL APESAR DOS GESTORES NÃO ADMITIREM

“Diferente da matéria postada no site da prefeitura Municipal de Várzea Grande, a greve iniciada na Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande conta com a participação muito significativa e já cumpre alguns de seus objetivos”, avalia o presidente do Sintep VG, Gilmar Soares Ferreira.

O professor salienta que é preciso levar em conta o período da Greve Nacional e aponta mais de 30% dos educadores das escolas municipais suas atividades. “Esses números não levam em conta as unidades em que diversas pessoas aderiram a greve. Ainda, se considerarmos as 6 greves realizadas nos últimos três anos, 4 delas foram com 5, 6 ou 7 escolas paralisadas, os números atuais revelam um quociente que importuna muito os gestor.

SMECEL ESCONDE NÚMERO DE ESCOLAS QUE NÃO INICIARAM ANO LETIVO

Para além das escolas e CEMEIS paralisadas, em Várzea Grande uma triste realidade habita o município. É a realidade das escolas que não conseguiram iniciar o ano letivo. Estamos falando de nada menos do que 6 unidades escolares que por problemas de reformas, não conseguiram iniciar o ano letivo de 2016.

Dentre estas escolas estão: EMEB Lucia Leite Rodrigues, EMEB Tenente Abílio da Silva Moraes no Bairro XV de maio, EMEB Faustino Antônio da Silva, Colinas Verdejantes-Cohab João Baracat, EMEB Benedita Bernardina Curso na COHA Nova Ypê, EMEB Irenice Godoy de Campos Silva no Bairro Jardim Imperial e EMEB Aristides Pompeo de Campos no Bairro Cidade de Deus.

“Se levarmos em conta as seis escolas que estão sem funcionar por falta de estrutura física, o número de alunos sem aulas é mais significativo ainda. No caso das seis escolas, é uma greve estranha que ninguém teve a opção de fazer, mas que a administração por falta de investimento obriga todos a se submeter. Algumas escolas já estão arriadas, no chão, há mais de 2 anos e a história para se contar é que está em curso uma bendita licitação, que nunca redunda em obras”, denúncia o professor.

“Caso a greve venha ser suspensa nos próximos dias, a certeza para centenas de estudante da rede municipal de Várzea Grande é que terão mais duas ou três semanas sem aulas, a pior greve que um estudante pode conviver, por falta de investimentos da administração”, completa.

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