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	<title>Sintep-VG</title>
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	<description>SINDICATO DOS TRABALHADORES NO ENSINO PÚBLICO –VG</description>
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	<title>Sintep-VG</title>
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		<title>SINTEP/VG apresenta pauta de reivindicações aos vereadores e avança em debate sobre gratificação da equipe gestorara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em jornada de mobilização, sindicato cobra apoio de vereadores nas pautas da categoria e exige que prefeitura detalhe percentuais de impacto financeiro da valorização salarial A diretoria do SINTEP/VG (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso – Subsede de Várzea Grande) realizou, na manhã desta segunda-feira (06/07), um duplo movimento de mobilização visando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em jornada de mobilização, sindicato cobra apoio de vereadores nas pautas da categoria e exige que prefeitura detalhe percentuais de impacto financeiro da valorização salarial</em></p>
<p>A diretoria do SINTEP/VG (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso – Subsede de Várzea Grande) realizou, na manhã desta segunda-feira (06/07), um duplo movimento de mobilização visando acelerar as pautas da categoria e garantir a valorização salarial dos profissionais da educação municipal.</p>
<p>A agenda começou na Câmara de Vereadores de Várzea Grande. Representantes do sindicato percorreram os gabinetes para apresentar em detalhes o cenário atual da categoria e cobrar o apoio do Legislativo.</p>
<p>Entre os pontos críticos levados aos parlamentares estão:<br />
&#8211; Piso salarial: Cobrança pela aplicação integral do piso do magistério, que acumula uma defasagem de 15,30%.<br />
&#8211; Funcionários da educação: Plano de recuperação para os servidores técnicos, cuja defasagem salarial atinge 58,76%.<br />
&#8211; Concurso público: Cobrança por novos certames na rede.<br />
&#8211; Legislação: Regulamentação e aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026.</p>
<p>A direção também enfatizou a urgência na aprovação da gratificação para a equipe gestora das escolas (diretores, coordenadores e secretários escolares) — uma demanda histórica que depende diretamente do aval da Câmara.</p>
<p>O presidente do SINTEP/VG, professor Juscelino Dias de Moura, defendeu que a articulação com o Legislativo é parte fundamental da estratégia de negociação. “A presença do sindicato na Câmara é estratégica. Os vereadores não devem ser acionados apenas na hora de votar as leis, mas sim durante todo o processo de negociação. Queremos que eles acompanhem os números, fiscalizem o cumprimento das promessas do município e nos ajudem a destravar essas pautas. O Legislativo precisa ser um parceiro ativo na construção de políticas que fortaleçam o ensino municipal”, destacou Juscelino.</p>
<p><strong>Audiência discute gratificação da equipe gestora na Secretaria de Educação</strong></p>
<p>Logo após a mobilização na Câmara, o SINTEP/VG e uma comissão de gestores escolares reuniram-se com a Secretaria Municipal de Educação para tratar especificamente da gratificação da equipe de gestão.</p>
<p>Durante o encontro, o Executivo apresentou um estudo de impacto financeiro, mas o documento foi considerado incompleto pelo sindicato. A planilha detalhou apenas os custos para diretores e coordenadores, deixando de fora os secretários escolares. Além disso, os valores trazidos pela prefeitura não batiam com a proposta construída coletivamente pela categoria e foram apresentados apenas em números absolutos, ocultando os percentuais de impacto real na folha de pagamento.</p>
<p>O SINTEP/VG exigiu que o município reapresente o estudo com dados percentuais claros, permitindo uma análise segura quanto ao limite prudencial da cidade.</p>
<p>Apesar das lacunas, o sindicato pontuou que o início das simulações indica um passo à frente. &#8220;Consideramos que houve um avanço porque a Secretaria colocou dados na mesa e se mostrou aberta ao diálogo. No entanto, para avançar, precisamos de transparência total e números completos&#8221;, alertou o presidente.</p>
<p>O presidente também criticou o discurso recorrente da Administração Municipal em relação aos limites da folha de pagamento. &#8220;Quando o assunto é valorizar financeiramente os trabalhadores da educação, a Folha de Pagamento insiste em repetir o mesmo discurso de mais de uma década: o de que a Prefeitura não comporta novos gastos com pessoal por causa do limite prudencial. Essa justificativa já não convence mais ninguém. Os estudos realizados pelo sindicato demonstram que há margem para investimentos e que a educação possui recursos suficientes — inclusive com sobras — para atender às reivindicações da categoria. Não aceitaremos que uma narrativa ultrapassada continue sendo utilizada para negar direitos. O problema não é falta de recursos; é falta de prioridade e de compromisso com a valorização dos profissionais da educação.&#8221;</p>
<p><strong>Próxima audiência será realizada no dia 16 de julho</strong></p>
<p>Como encaminhamento da reunião, ficou definido que a Administração Municipal elaborará um novo estudo contendo informações mais detalhadas sobre o impacto financeiro e os percentuais referentes à proposta de gratificação da equipe gestora.</p>
<p>A próxima audiência entre o SINTEP/VG, a comissão representativa da equipe gestora e a Administração Municipal ficou marcada para o dia 16 de julho de 2026.</p>
<p>Na avaliação do secretário de Finanças do SINTEP/VG, Gilmar Soares, a continuidade das negociações representa mais um passo na luta pela valorização dos profissionais que exercem funções de gestão nas unidades escolares. “Foi um passo a mais. Desta vez, a Secretaria apresentou um documento, embora ainda não tenhamos uma proposta clara. Defendemos que a valorização seja apresentada em percentual de gratificação para que possamos analisar com segurança. A expectativa é receber um documento mais completo, avaliar a proposta e, se necessário, apresentar uma contraproposta”, explicou Gilmar.</p>
<p>O dirigente sindical também destacou que o objetivo é avançar na construção de uma proposta que possa ser encaminhada para apreciação do Poder Legislativo. “Esperamos avançar para que, em breve, o projeto de lei seja encaminhado à Câmara Municipal e possamos lutar pela sua aprovação. Diretores, coordenadores e secretários escolares exercem funções fundamentais para o funcionamento das unidades escolares e precisam ter esse trabalho reconhecido e valorizado pelo município”, ressaltou.</p>
<p>Após a apresentação do novo estudo pela Administração Municipal, a direção do SINTEP/VG convocará uma assembleia com diretores, coordenadores e secretários escolares para analisar a proposta e deliberar coletivamente sobre os próximos encaminhamentos.</p>
<p>O presidente Juscelino Dias de Moura reforçou que nenhuma decisão será tomada sem a participação dos trabalhadores diretamente envolvidos na reivindicação. “Nosso compromisso é conduzir essa negociação com transparência e participação da categoria. Assim que tivermos uma proposta concreta da Administração Municipal, vamos apresentá-la aos diretores, coordenadores e secretários escolares. Serão os trabalhadores, reunidos em assembleia, que irão avaliar a proposta e decidir coletivamente os próximos passos da mobilização”, concluiu.</p>
<p>O SINTEP/VG reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos, a valorização dos profissionais da educação e a participação democrática da categoria em todas as etapas das negociações.</p>
<p>A luta pela gratificação da equipe gestora continua. Com organização, mobilização e unidade, o SINTEP/VG seguirá cobrando avanços e defendendo uma proposta que reconheça e valorize efetivamente o trabalho dos diretores, coordenadores e secretários escolares da rede municipal de ensino.</p>
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		<title>Manifesto pelo Combate ao Assédio Moral e pela Promoção de Ambientes Dignos nas Escolas Públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos profissionais da educação pública Em uma escola pública com mais de mil metros quadrados de área construída, ergue-se um paradoxo gritante: embora existam diversas salas e corredores intermináveis, os funcionários não dispõem sequer de um espaço adequado para aquecer água e preparar um chá. A ausência de uma sala de repouso ou de um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Aos profissionais da educação pública</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em uma escola pública com mais de mil metros quadrados de área construída, ergue-se um paradoxo gritante: embora existam diversas salas e corredores intermináveis, os funcionários não dispõem sequer de um espaço adequado para aquecer água e preparar um chá. A ausência de uma sala de repouso ou de um ambiente digno para recompor as energias obriga esses profissionais a permanecerem nos corredores, expostos ao barulho constante, à circulação de pessoas e a diferentes situações de vulnerabilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa negligência revela uma lógica perversa: o prédio é monumental, mas o cuidado com aqueles que também sustentam o cotidiano escolar permanece invisível. O trabalhador, que deveria ser valorizado como parte essencial do processo educativo, é relegado a uma condição de improviso e vulnerabilidade. Não se trata apenas de conforto, mas de respeito, dignidade e valorização humana.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contraste entre a estrutura física e a ausência de espaços destinados ao bem-estar dos trabalhadores denuncia uma política que prioriza paredes e números, mas se esquece das pessoas. Revela, ainda, a qualidade das relações institucionais e a forma como os gestores tratam aqueles que contribuem diariamente para manter a escola em funcionamento. Sem condições mínimas de descanso e acolhimento, qualquer discurso sobre valorização dos profissionais da educação torna-se vazio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa realidade não representa apenas uma negligência administrativa; configura, também, uma forma de assédio moral institucional, capaz de provocar adoecimento físico e emocional, intensificar o estresse e comprometer a saúde mental dos trabalhadores. Os profissionais da educação, especialmente os funcionários da escola, são colocados em uma posição de invisibilidade e desvalorização, tratados como peças descartáveis de uma engrenagem que ignora o fator humano. O resultado é uma instituição que adoece seus profissionais, fragiliza as relações de trabalho e perpetua práticas incompatíveis com os princípios éticos que devem orientar a educação pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa negligência institucional precisa ser enfrentada e denunciada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante dessa realidade, o SINTEP/VG manifesta sua profunda indignação e conclama todos os profissionais que vivenciam situações de assédio moral, desrespeito ou falta de estrutura adequada a encaminharem seus relatos para o e-mail <a href="mailto:sintepvg@terra.com.br"><strong>sintepvg@terra.com.br</strong></a>, para que sejam adotadas as providências cabíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cuidar de quem cuida da escola é cuidar da própria educação.</strong></p>
<h2>Nosso compromisso é lutar por:</h2>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Combate ao assédio moral no ambiente escolar:</strong> exigir respeito mútuo e o fim de práticas humilhantes e abusivas.</li>
<li><strong>Política de prevenção:</strong> implementação de programas institucionais voltados à promoção da saúde física e mental, prevenindo o adoecimento dos servidores.</li>
<li><strong>Valorização humana:</strong> reconhecimento do papel essencial de todos os trabalhadores na construção de uma educação pública de qualidade.</li>
<li><strong>Espaços apropriados:</strong> criação de vestiários, salas de repouso, áreas de convivência dignas e demais estruturas necessárias ao bem-estar dos profissionais.</li>
<li><strong>Mobilização coletiva:</strong> união dos servidores, da comunidade escolar e da sociedade para exigir ambientes dignos e condições de trabalho justas.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Maria Aparecida A. Cortez</strong> (<strong>Cida Cortez)</strong>– Licenciada em Pedagogia, Especialista em Didática do Ensino Superior  e Secretária de Assuntos Jurídicos do SINTEP/VG</p>
<p><strong>SINTEP – 61 ANOS: LIVRE, DEMOCRÁTICO E DE LUTA.</strong></p>
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		<title>SintepVG e Prefeita avançam na pauta da educação em Várzea Grande</title>
		<link>https://sintepvg.org.br/notcias/audiencia-entre-sintepvg-e-prefeita-avanca-na-pauta-da-educacao-em-varzea-grande/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião define comissões, estabelece prazos e encaminha estudos sobre piso salarial, PCCS, concurso público. O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso – Subsede Várzea Grande (SINTEP/VG) participou de uma audiência com a equipe de gestão da Prefeitura de Várzea Grande para discutir a pauta de reivindicações dos profissionais da educação da rede [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Reunião define comissões, estabelece prazos e encaminha estudos sobre piso salarial, PCCS, concurso público.</strong></em></p>
<p>O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso – Subsede Várzea Grande (SINTEP/VG) participou de uma audiência com a equipe de gestão da Prefeitura de Várzea Grande para discutir a pauta de reivindicações dos profissionais da educação da rede municipal. Pela prefeitura participaram a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, o secretário de Gestão Fazendária, Marcos José da Silva; a secretária de Administração, Jaqueline Favetti; a secretária de Planejamento, Lucineia dos Santos Ribeiro; a controladora-geral do Município, Elizangela Batista de Oliveira; o superintendente de Recursos Humanos, Marcos Silva, além de outros integrantes da equipe técnica da administração municipal.</p>
<p><strong>Solidariedade às perdas causadas pelo incêndio</strong></p>
<p>Abrindo a reunião, o presidente do SINTEP/VG, professor Juscelino Dias de Moura, manifestou solidariedade à secretária municipal de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, à prefeita Flávia Moretti e a toda a equipe da Secretaria em razão do incêndio ocorrido no Almoxarifado Central (Anexo I), no último dia 17 de junho.</p>
<p>O incêndio destruiu livros didáticos, uniformes escolares, gêneros da alimentação escolar, mobiliário e diversos outros materiais destinados às unidades de ensino da rede municipal.</p>
<p>O sindicato ressaltou que o episódio provocou prejuízos significativos à educação pública de Várzea Grande, afetando diretamente estudantes, trabalhadores da educação e toda a comunidade escolar. Também defendeu a realização de uma investigação rigorosa para apurar as causas do incêndio e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam constatadas irregularidades.</p>
<p><strong>Piso salarial e recomposição das perdas</strong></p>
<p>Um dos principais pontos da pauta foi a aplicação integral do Piso Salarial Profissional Nacional, proporcional à jornada de 25 horas semanais dos professores da rede municipal.</p>
<p>O SINTEP/VG reiterou que os profissionais acumulam uma defasagem salarial desde 2022, atualmente estimada em cerca de 15,30%, e cobrou da administração municipal medidas efetivas para corrigir essa distorção.</p>
<p>O sindicato também reivindicou a elaboração de um plano para recompor as perdas salariais históricas dos servidores técnicos da educação, cuja defasagem chega a 58,76% em relação à remuneração dos professores.</p>
<p>Como encaminhamento, a Secretaria Municipal de Educação assumiu o compromisso de apresentar ao sindicato, no prazo máximo de 60 dias, um estudo de impacto financeiro que permitirá avaliar a antecipação da implantação do percentual de 15,45% para os servidores técnicos, além da definição de um cronograma para recomposição das demais perdas salariais.</p>
<p><strong>Concurso público</strong></p>
<p>Outro tema considerado prioritário foi a realização de concurso público para todos os cargos da educação.</p>
<p>O sindicato destacou que atualmente mais de 70% dos profissionais da rede municipal atuam sob contratos temporários, situação que compromete a valorização da carreira, gera instabilidade nas unidades escolares e provoca impactos na Previdência Municipal.</p>
<p>Como encaminhamento, a administração informou que a comissão responsável dará continuidade aos estudos técnicos necessários para viabilizar a realização do concurso público.</p>
<p><strong>Regulamentação da Lei Federal nº 15.326/2026</strong></p>
<p>Durante a audiência também foi debatida a regulamentação da Lei Federal nº 15.326/2026, que amplia o reconhecimento dos profissionais do magistério que atuam diretamente no processo de ensino e aprendizagem.</p>
<p>O sindicato defendeu que a legislação seja regulamentada e implementada no âmbito municipal, garantindo o reconhecimento e a valorização dos profissionais abrangidos pela norma.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação informou que a comissão instituída realizará estudos técnicos e financeiros para avaliar a viabilidade da regulamentação da lei no município.</p>
<p><strong>Gratificação para a equipe gestora</strong></p>
<p>O SINTEP/VG também voltou a defender a instituição da gratificação para diretores escolares, coordenadores pedagógicos e secretários escolares.</p>
<p>A entidade lembrou que já protocolou uma minuta de projeto de lei tratando do tema e reiterou a importância da valorização desses profissionais, que desempenham papel estratégico na gestão das unidades escolares.</p>
<p>Como encaminhamento, a Secretaria Municipal de Educação comprometeu-se a apresentar, até o dia 3 de julho, um estudo de impacto financeiro sobre a proposta.</p>
<p><strong>Revisão do PCCS (Plano de Cargos, Carreira e Salários)</strong></p>
<p>Outro ponto de destaque foi a revisão da Lei Municipal nº 3.797/2012, que institui o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos profissionais da educação.</p>
<p>Segundo a administração municipal, a comissão criada dará continuidade aos estudos técnicos necessários para promover a atualização da legislação, com o compromisso de concluir esse processo antes da realização do próximo concurso público.</p>
<p>Quanto aos demais itens da pauta apresentada pelo sindicato, ficou definido que as comissões instituídas darão continuidade aos estudos técnicos, financeiros e jurídicos, com o objetivo de acelerar a análise das reivindicações e viabilizar sua implementação.</p>
<p><strong>Avaliação da audiência</strong></p>
<p>Para o diretor do SINTEP/VG, professor Gilmar Soares, a audiência representa mais um passo importante no processo de negociação construído pelo sindicato junto à administração municipal.</p>
<p>Segundo ele, o principal resultado do encontro foi a definição de encaminhamentos concretos para as reivindicações da categoria. &#8220;Essa reunião dá continuidade ao trabalho que já vínhamos desenvolvendo com a administração municipal. O mais importante é que saímos daqui com comissões constituídas para tratar de temas fundamentais, como a revisão do PCCS, a recomposição salarial e outras reivindicações da categoria. Isso permitirá maior agilidade e organização na condução desses processos.&#8221;</p>
<p>Gilmar Soares destacou ainda que a participação de diversos secretários municipais demonstra o envolvimento da gestão na busca por soluções para os desafios enfrentados pela educação. &#8220;Percebemos o compromisso da Secretaria Municipal de Educação e dos demais gestores em discutir pautas importantes, como a valorização da equipe gestora, a infraestrutura das escolas e a construção de alternativas para atender às reivindicações dos profissionais da educação. O sindicato continuará acompanhando cada encaminhamento, cobrando o cumprimento dos prazos e defendendo os direitos da categoria.&#8221;</p>
<p>Um dos assessores jurídico do sindicato, Dr. Manuel Araújo, da Boa Aventura Advogados, também avaliou positivamente a audiência. Para ele, a criação das comissões demonstra a disposição da administração municipal em buscar soluções por meio do diálogo institucional, sem afastar a atuação do sindicato na defesa dos direitos da categoria, inclusive na esfera judicial, quando necessário.</p>
<p>O presidente do SINTEP/VG, professor Juscelino Dias de Moura, cobrou da equipe da Prefeitura maior compromisso com o cumprimento da pauta de reivindicações da categoria. Ele destacou que, desde a primeira audiência realizada com a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda, em 8 de abril de 2026, que contou com a participação da prefeita Flávia Moretti durante toda a reunião, já se passaram praticamente três meses, sem que houvesse avanços significativos nas demandas apresentadas pelo sindicato.</p>
<p>Em sua manifestação, o presidente afirmou que a categoria não aceita mais promessas sem resultados concretos. Lembrou que, ao longo das últimas gestões, os profissionais da educação conviveram por cerca de dez anos com sucessivos compromissos que não foram cumpridos, em razão da falta de vontade política para atender às reivindicações da categoria.</p>
<p>Por fim, reafirmou que o SINTEP/VG continuará defendendo, com firmeza, os direitos dos profissionais da educação e cobrando que a atual gestão transforme os compromissos assumidos em ações efetivas. Ressaltou que a categoria espera avanços concretos nas negociações e uma relação baseada no diálogo, no respeito e no cumprimento do compromisso assumido durante a audiência. &#8220;Vamos acompanhar cada etapa desse processo para assegurar que os direitos dos profissionais da educação sejam efetivamente respeitados e valorizados.&#8221;</p>
<p>A audiência contou com a participação, pelo SINTEP/VG, do presidente, professor Juscelino Dias de Moura; dos diretores Gilmar Soares, Márcia Pereira, Edna Verônica e da professora Anadelma Marques; além do assessor jurídico do sindicato, Dr. Manuel Araújo, da Boa Aventura Advogados.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Professora Iza Débohra Godoi Sepúlveda!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 20:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTA DE PESAR]]></category>
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					<description><![CDATA[O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento da professora Iza Débohra Godoi Sepúlveda, aos 33 anos, ocorrido nesta terça-feira, 23 de junho de 2026, em decorrência de um problema cardíaco. A professora Iza Débohra atuava na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) como docente do curso de História [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento da professora Iza Débohra Godoi Sepúlveda, aos 33 anos, ocorrido nesta terça-feira, 23 de junho de 2026, em decorrência de um problema cardíaco.</p>
<p>A professora Iza Débohra atuava na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) como docente do curso de História da Faculdade de Ciências Humanas do Câmpus Universitário Jane Vanini, em Cáceres, onde construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o ensino, a pesquisa e a formação de sucessivas gerações de profissionais.</p>
<p>Também deixou sua importante contribuição para a Educação Básica de Várzea Grande, inspirando estudantes e colegas com sua competência, sensibilidade e amor pela educação. Pensadora, pesquisadora, alegre e reconhecida como uma excelente professora, cultivou o conhecimento com generosidade e fez da educação um instrumento de transformação social.</p>
<p>Sua partida precoce deixa um imenso vazio na comunidade educacional, entre familiares, amigos, colegas de trabalho, estudantes e todos que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada.</p>
<p>O corpo será velado em Cáceres, na Funerária Pax Silva, em horário não informado. Iza deixa o marido e a mãe, aos quais estendemos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade, desejando força e conforto neste momento de profunda dor.</p>
<p>O SINTEP/VG presta suas condolências a toda a comunidade acadêmica da Unemat e reafirma sua homenagem à professora Iza Débohra Godoi Sepúlveda, cuja dedicação, inteligência, humanidade e alegria permanecerão vivas na memória de todos.</p>
<p><strong>Professora Iza Débohra Godoi Sepúlveda! Presente, hoje e sempre!</strong></p>
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		<item>
		<title>SINTEP/VG apoia mobilização dos estudantes na Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro</title>
		<link>https://sintepvg.org.br/notcias/sintep-vg-apoia-mobilizacao-dos-estudantes-na-escola-estadual-professora-elmaz-gattas-monteiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunidade escolar reforça denúncias contra a gestão e prepara novos protestos diante do retorno anunciado da diretora O movimento organizado pelos estudantes da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, em Várzea Grande, com o apoio da União Estadual dos Estudantes de Mato Grosso (UEE-MT), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), da Associação Mato-grossense dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comunidade escolar reforça denúncias contra a gestão e prepara novos protestos diante do retorno anunciado da diretora</em></p>
<p>O movimento organizado pelos estudantes da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, em Várzea Grande, com o apoio da União Estadual dos Estudantes de Mato Grosso (UEE-MT), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), da Associação Mato-grossense dos Estudantes, do SINTEP/VG, de professores e de representantes da comunidade escolar, reforçou a defesa de uma gestão escolar democrática, transparente e comprometida com o diálogo.</p>
<p>A mobilização ocorreu após o anúncio do retorno da diretora Regiane Taques ao comando da unidade por força de decisão liminar da Justiça. A gestora havia sido afastada pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) em 2025, após denúncias apresentadas pela comunidade escolar relacionadas à sua forma de conduzir a administração da escola.</p>
<p>Durante o ato, realizado de forma pacífica, estudantes, educadores, dirigentes sindicais e membros da comunidade reafirmaram as denúncias e críticas já apresentadas em relação à gestão da diretora, defendendo que a Seduc-MT considere o posicionamento da comunidade escolar antes de efetivar seu retorno ao cargo.</p>
<p>Segundo Layan de Moura, diretor da União Estadual dos Estudantes de Mato Grosso (UEE-MT), os próprios estudantes procuraram as entidades estudantis para organizar o movimento e realizaram uma assembleia extraordinária para discutir a situação.</p>
<p>“Os estudantes buscaram nosso apoio e realizamos uma assembleia extraordinária com pauta única. Estudantes, profissionais da educação e representantes da comunidade participaram do debate e manifestaram seu posicionamento em defesa de uma gestão democrática e contrária ao retorno da diretora.”</p>
<p>Layan ressaltou ainda que acompanha a situação da escola desde o ano passado, quando atuava na vice-presidência da UBES, período em que as primeiras denúncias chegaram às entidades estudantis. “É uma preocupação que vai além da gestão da escola. Estamos falando do futuro dos estudantes e da necessidade de garantir um ambiente democrático, onde a comunidade escolar seja ouvida e respeitada.”</p>
<p>A mobilização também contou com a participação do SINTEP/VG, que acompanha o caso desde o processo de implantação do modelo cívico-militar na unidade. A secretária de Assuntos Jurídicos e Legislativos da entidade, Cida Cortez, relembrou que, durante a consulta realizada à época, estudantes, sindicato e entidades estudantis não tiveram oportunidade de apresentar posicionamentos divergentes. “A gestão sempre foi marcada por práticas autoritárias. No processo de implantação do modelo cívico-militar, estudantes, sindicato, UNE e UBES foram impedidos de se manifestar, comprometendo o debate democrático e a participação da comunidade escolar.”</p>
<p>Os estudantes permanecem mobilizados e já convocam novos protestos para a próxima segunda-feira, 29 de junho, data que, segundo informações divulgadas à comunidade escolar, foi anunciada como o dia previsto para o retorno da diretora à direção da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro. O objetivo é reafirmar o posicionamento contrário à medida e cobrar da Seduc-MT uma solução que considere a manifestação de estudantes, professores, trabalhadores da educação e famílias.</p>
<p>Para o SINTEP/VG, a expressiva participação de estudantes, professores e membros da comunidade demonstra que o debate ultrapassa uma questão administrativa e representa a defesa da gestão democrática do ensino público. A entidade reafirma seu compromisso de acompanhar o caso e apoiar as mobilizações legítimas da comunidade escolar, defendendo que as decisões sobre a condução da unidade sejam pautadas pelo diálogo, pela transparência e pelo respeito à participação coletiva.</p>
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		<title>SINTEP/VG apoia mobilização dos estudantes e reforça defesa da gestão democrática nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 22:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta seu apoio à mobilização organizada pelos estudantes da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, localizada na Rua Arthur Bernardes, no bairro Vila Ipase, em Várzea Grande. Os alunos convocaram uma assembleia geral para protestar contra o retorno da diretora à unidade escolar, defendendo uma gestão pautada pelo diálogo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta seu apoio à mobilização organizada pelos estudantes da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, localizada na Rua Arthur Bernardes, no bairro Vila Ipase, em Várzea Grande. Os alunos convocaram uma assembleia geral para protestar contra o retorno da diretora à unidade escolar, defendendo uma gestão pautada pelo diálogo, pelo respeito e pela participação da comunidade escolar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mobilização foi marcada para esta quarta-feira (24), às 7h, em frente à Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, com o objetivo de reunir estudantes, pais, profissionais da educação e demais membros da comunidade para manifestar sua posição e reivindicar uma gestão democrática e participativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o presidente do SINTEP/VG, professor Juscelino, a participação dos estudantes é legítima e fortalece os princípios da gestão democrática nas escolas públicas.</p>
<blockquote>
<h5 class="isSelectedEnd">“Nós, da direção do sindicato, manifestamos nosso total apoio às reivindicações dos trabalhadores da educação, dos estudantes e de toda a comunidade escolar. Defendemos que a escola deve ser um espaço de diálogo, respeito e construção coletiva, jamais de autoritarismo, desrespeito ou retrocessos. Acreditamos em uma gestão escolar democrática, que ouça, valorize e respeite os trabalhadores da educação e os estudantes, promovendo um ambiente harmonioso e favorável ao desenvolvimento de uma educação de qualidade para todos.”</h5>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">O sindicato também recorda que a diretora mencionada pelos estudantes é a mesma que, durante o processo de reversão da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro para o modelo cívico-militar, teve uma postura considerada desrespeitosa por representantes sindicais e profissionais da educação que participaram das discussões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação do presidente do SINTEP/VG, situações como essa evidenciam a importância de fortalecer práticas de gestão baseadas na transparência, na escuta ativa e no respeito aos diferentes segmentos da comunidade escolar.</p>
<p>O SINTEP/VG reafirma seu compromisso com a valorização dos profissionais da educação, com o protagonismo estudantil e com a defesa de uma escola pública democrática, inclusiva e participativa. A entidade se coloca ao lado dos estudantes, trabalhadores da educação, pais e comunidade escolar da Escola Estadual Professora Elmaz Gattas Monteiro, na defesa de um ambiente educacional construído com diálogo, respeito e participação coletiva.</p>
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		<title>SEBRAE na gestão das escolas públicas de Mato Grosso: a quem interessa entregar o controle da educação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONJUNTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Maria Aparecida Cortez * Em novembro de 2025, publiquei o artigo “Empresa particular no controle e gestão de bem público: interessa e serve a quem?”, no qual manifestei preocupação com o crescente avanço de entidades privadas sobre a gestão da educação pública. Naquele momento, os indícios apontavam para a adoção de um novo modelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><strong>Por Maria Aparecida Cortez *</strong></h6>
<p class="isSelectedEnd">Em novembro de 2025, publiquei o artigo <strong>“Empresa particular no controle e gestão de bem público: interessa e serve a quem?”</strong>, no qual manifestei preocupação com o crescente avanço de entidades privadas sobre a gestão da educação pública. Naquele momento, os indícios apontavam para a adoção de um novo modelo de gerenciamento das escolas estaduais, mas ainda não era possível identificar qual instituição seria contratada para desempenhar esse papel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Passados alguns meses, novas informações vieram a público e permitem atualizar essa reflexão. Agora, sabe-se que a <strong>Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC-MT)</strong> firmou um contrato com o <strong>SEBRAE</strong> para desenvolver ações voltadas à gestão das escolas públicas estaduais, em uma parceria de elevado investimento financeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que um contrato, chama atenção o protagonismo que o SEBRAE já vem assumindo nesse processo. A instituição participou da denominada <strong>Convenção de Gestores</strong>, ocupando espaço oficial para apresentar propostas e dialogar diretamente com dirigentes escolares sobre o modelo de gestão que pretende implementar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa atualização confirma as preocupações levantadas no artigo de 2025. O debate não deve se restringir à identidade da instituição contratada, mas concentrar-se nas implicações dessa parceria para o futuro da educação pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">É necessário perguntar:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Qual é o limite da atuação de uma entidade externa na definição das políticas de gestão das escolas públicas?</li>
<li>Como serão preservadas a autonomia pedagógica e administrativa das unidades escolares?</li>
<li>De que forma serão respeitados os princípios da gestão democrática previstos na legislação brasileira?</li>
<li>Quem participará efetivamente das decisões que impactam o cotidiano das escolas e da comunidade escolar?</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Esses questionamentos ganham ainda mais relevância diante da existência de documentos que demonstram tanto a participação do SEBRAE na Convenção de Gestores quanto a formalização contratual entre a instituição e a SEDUC-MT para a execução dessas atividades.</p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>SINTEP-MT</strong> reafirma sua posição histórica em defesa da <strong>educação pública, gratuita, laica, democrática, inclusiva e de qualidade social para todos</strong>. A escola pública pertence à sociedade e deve ser administrada com transparência, participação coletiva e compromisso com o interesse público, jamais subordinada exclusivamente a modelos gerenciais inspirados pela lógica do mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Da mesma forma, qualquer iniciativa voltada à reorganização da gestão escolar deve observar rigorosamente o ordenamento jurídico que rege a educação em Mato Grosso, especialmente a <strong>Lei Complementar Estadual nº 49, de 1º de outubro de 1998</strong>, que institui o Sistema Estadual de Ensino e estabelece seus princípios, competências e formas de organização.</p>
<p class="isSelectedEnd">Não se trata de rejeitar parcerias institucionais por princípio, mas de exigir que elas respeitem a legislação vigente, preservem a autonomia da escola pública e não substituam o papel do Estado na formulação e condução das políticas educacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desafio que se apresenta à sociedade mato-grossense é garantir que toda inovação ou cooperação institucional tenha como objetivo fortalecer a educação pública e assegurar o direito constitucional de todos à aprendizagem, sem abrir mão da gestão democrática, da valorização dos profissionais da educação e da participação da comunidade escolar.</p>
<p><strong>Artigo original publicado em novembro de 2025:</strong><br />
<a href="https://sintep.org.br/sintep/Utilidades/view_artigos/empresa-particular-no-controle-e-gestao-de-bem-publico-interessa-e-serve-a-quem/i:4576" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://sintep.org.br/sintep/Utilidades/view_artigos/empresa-particular-no-controle-e-gestao-de-bem-publico-interessa-e-serve-a-quem/i:4576</a></p>
<h6><strong>* Maria Aparecida Cortez, </strong><em>Licenciada em Pedagogia e Especialista em Educação</em></h6>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Deuzalina Anacleto Duarte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTA DE PESAR]]></category>
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					<description><![CDATA[O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta profundo pesar pelo falecimento da companheira Deuzalina Anacleto Duarte, ocorrido no dia 17 de junho de 2026, aos 68 anos, por causas naturais. Servidora aposentada, Deuzalina exerceu a função de Auxiliar de Serviços Gerais e dedicou 27 anos de sua vida à Rede Municipal de Educação de Várzea [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande manifesta profundo pesar pelo falecimento da companheira Deuzalina Anacleto Duarte, ocorrido no dia 17 de junho de 2026, aos 68 anos, por causas naturais.</p>
<p>Servidora aposentada, Deuzalina exerceu a função de Auxiliar de Serviços Gerais e dedicou 27 anos de sua vida à Rede Municipal de Educação de Várzea Grande, atuando no CMEI Aurélia Corrêa de Almeida com compromisso, responsabilidade e dedicação ao serviço público e à comunidade escolar.</p>
<p>Casada, deixa o esposo e um filho, além de familiares, amigos e inúmeros colegas que tiveram o privilégio de conviver com sua trajetória profissional e humana.</p>
<p>Neste momento de dor, o SINTEP/VG solidariza-se com os familiares e amigos, expressando as mais sinceras condolências e desejando que encontrem conforto e serenidade para enfrentar esta irreparável perda.</p>
<p>Deuzalina Anacleto Duarte, presente!</p>
<p>Várzea Grande (MT), junho de 2026.</p>
<p>Direção do SINTEP/VG – Subsede Várzea Grande</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A IDEOLOGIA DO “ACEITE OU SAIA” NA EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONJUNTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Layan Razec de Moura Silva Coordenador do Núcleo Secundarista e Diretor da UEE-MT Escrevo esta reflexão observando a dura realidade que a educação mato-grossense enfrenta nos últimos oito anos. Compreendo que, em tempos de polarização, analisar o cenário com sobriedade costuma atrair o habitual apedrejamento virtual daqueles que preferem o dogmatismo ao debate. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Layan Razec de Moura Silva<br />
Coordenador do Núcleo Secundarista e Diretor da UEE-MT</p>
<p>Escrevo esta reflexão observando a dura realidade que a educação mato-grossense enfrenta nos últimos oito anos. Compreendo que, em tempos de polarização, analisar o cenário com sobriedade costuma atrair o habitual apedrejamento virtual daqueles que preferem o dogmatismo ao debate. No entanto, o compromisso com a realidade exige que avancemos. Falo a partir da experiência de quem já acompanhou 14 audiências públicas sobre o modelo cívico-militar. Embora a dinâmica mude de região para região, há uma constante que nunca falha: a abordagem impositiva e o tom truculento na apresentação dos projetos.</p>
<p>Tomemos como exemplo a assembleia mais recente, realizada na Escola Estadual Professora Maria da Cunha Bruno, na Cohab Jardim Primavera, em Várzea Grande. O evento parecia menos uma explicação técnica sobre o funcionamento do modelo e mais um palanque de campanha política para o então secretário de Educação, Alan Porto. Contudo, o ponto central desta reflexão não é o oportunismo político, mas a postura da atual diretora da Diretoria Metropolitana de Educação (DME). Diante dos questionamentos apresentados, ela afirmou: “Quem não se adequar ou quem não gostar do modelo pode procurar outra escola!”</p>
<p>Isso representa o ápice do absurdo. Como pode uma profissional da área da educação, cuja missão deveria ser acolher e garantir o acesso e a permanência dos estudantes, sugerir a evasão escolar daqueles que não se submetem a um modelo imposto de forma autoritária?</p>
<p>Sob o pretexto de promover disciplina, segurança e outras promessas, dissemina-se um viés ideológico tolerado pela conivência de alguns e pelo cansaço de outros. Fica evidente a contradição: nas redes sociais oficiais, prevalece o slogan cuidadosamente ensaiado “SOMOS TODOS EDUCAÇÃO”. Nos bastidores e no cotidiano das unidades escolares, porém, o que se observa é a imposição de um formato educacional considerado retrógrado por seus críticos. Trata-se de um modelo que ignora as demandas pedagógicas individuais dos estudantes e acumula um histórico preocupante, amplamente denunciado pela imprensa, envolvendo desde abusos de autoridade até outras graves violações de direitos dentro dessas instituições.</p>
<p>O que testemunhamos em Mato Grosso é a transformação da educação pública em um laboratório de exclusão. Aqueles que defendem uma escola acolhedora, capaz de formar cidadãos críticos e conscientes de seus direitos, assistem ao fechamento das portas para a pluralidade. O destino reservado à juventude mato-grossense parece ser o de se tornar massa de manobra, triturada por uma engrenagem que criminaliza a diferença e padroniza o pensamento.</p>
<p>Se hoje a rede estadual enfrenta um cenário de precarização, a responsabilidade, na visão do autor, não recai sobre professores ou estudantes. O problema está na transformação da escola em um palco de disputas políticas, restando aos profissionais da educação o papel mais ingrato desse espetáculo. Tudo isso para alimentar projetos de poder e atender às agendas daqueles que hoje ocupam o Palácio Paiaguás e os gabinetes da Secretaria de Estado de Educação.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>COMO A IDEOLOGIA DA DIREITA RADICAL TEM SE DISSEMINADO ENTRE OS JOVENS BRASILEIROS ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[silvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 14:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONJUNTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Layan de MouraDiretor da UEE-MT e Estudante de Pedagogia da UFMT O cenário político brasileiro, atualmente, é marcado por uma profunda polarização entre os campos progressista e conservador. No entanto, um fenômeno recente reacendeu o alerta urgente para o movimento estudantil e a juventude trabalhadora: o crescimento expansivo de jovens e, inclusive, de adultos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="112" data-end="189"><strong data-start="112" data-end="134">Por Layan de Moura</strong><br data-start="134" data-end="137" /><em data-start="137" data-end="189">Diretor da UEE-MT e Estudante de Pedagogia da UFMT</em></p>
<p data-start="191" data-end="825">O cenário político brasileiro, atualmente, é marcado por uma profunda polarização entre os campos progressista e conservador. No entanto, um fenômeno recente reacendeu o alerta urgente para o movimento estudantil e a juventude trabalhadora: o crescimento expansivo de jovens e, inclusive, de adultos de até 40 anos, que disseminam a visão de mundo da extrema-direita. E essa adesão vem provocando uma verdadeira onda de desinformação e de discursos discriminatórios na internet. Mas por que a juventude tem sido seduzida por essa engrenagem? A resposta para isso está na sofisticação do uso das redes sociais pela reação conservadora.</p>
<p data-start="827" data-end="1179">Polêmicos e extremamente agressivos, os novos candidatos da extrema-direita compreenderam perfeitamente a lógica de plataformas como o X (antigo Twitter), Instagram e TikTok. O letramento digital desses setores é cirúrgico: eles se aproveitam da rebeldia e do sentimento de contestação natural dos jovens para canalizá-los em direção a ideias radicais.</p>
<p data-start="1181" data-end="1771">Como bem analisa <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Renato Meirelles</span></span>, presidente do Instituto Locomotiva, os algoritmos dessas plataformas se alimentam da polêmica e retroalimentam o radicalismo. Os setores da direita radical aprenderam, inclusive, a utilizar pautas de grande apelo popular, como, por exemplo, o “Fim da escala 6&#215;1”, e pautas do campo da segurança pública, da saúde, da educação e de outras áreas, transformando-as em verdadeiras &#8220;iscas&#8221; digitais. O objetivo não é debater o problema seriamente, mas sim &#8220;furar a bolha&#8221; algorítmica, atrair novos públicos e capturar a indignação juvenil.</p>
<p data-start="1773" data-end="2275">Uma vez fisgada por essa lógica, a juventude passa a criar comunidades digitais engajadas em torno de um objetivo abstrato: a &#8220;derrubada do establishment&#8221; (da ordem vigente). Segundo Meirelles, a estratégia antissistema é semelhante à que consagrou a ascensão de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Jair Bolsonaro</span></span>, mas com uma roupagem técnica muito mais apurada e capaz de &#8220;transformar seguidores em soldados que trabalham pelos recortes de vídeos&#8221;, espalhando ainda mais o discurso manipulador da extrema-direita.</p>
<p data-start="2277" data-end="3012">É preciso olhar também para o recorte social desse fenômeno. <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Cila Schulman</span></span>, CEO do Instituto Ideia, aponta que o perfil desse novo eleitorado é muito parecido com a base histórica do bolsonarismo: majoritariamente masculino e escolarizado. A grande diferença é apenas geracional. Enquanto Bolsonaro dialogava com eleitores acima de 35 anos, a nova cepa da direita radical conquistou os mais jovens. E esse movimento encontra forte ressonância na classe média e em jovens com renda superior a cinco salários mínimos. Trata-se de uma geração pressionada pela promessa de prosperidade material (como a conquista da casa própria ou do carro), mas que enfrenta a dura realidade de um mercado de trabalho precarizado.</p>
<p data-start="3014" data-end="3329">É nesse vácuo que o discurso ilusório da meritocracia entra como uma luva. Ao mascarar a realidade, a extrema-direita captura o sonho do jovem e o transforma em combustível para o engajamento digital, ignorando deliberadamente que a superação das desigualdades regionais só acontece com políticas públicas robustas.</p>
<p data-start="3331" data-end="3808">Para nós, que atuamos na base do movimento estudantil e dialogamos direta e diariamente com a juventude, o desafio está lançado. Disputar a consciência e o senso crítico dessa geração exige mais do que apontar os erros da direita. Exige ocupar as redes, as ruas, as escolas e outros espaços com a mesma intensidade, desmascarando as ilusões digitais que são apresentadas por esse grupo e apresentando um projeto real de futuro, direitos e dignidade para a juventude brasileira.</p>
<p data-start="3810" data-end="3921" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="3810" data-end="3828">Layan de Moura</strong><br data-start="3828" data-end="3831" /><em data-start="3831" data-end="3883">Diretor da UEE-MT e Estudante de Pedagogia da UFMT</em></p>
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